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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Ataque ao Cristianismo

É com preocupação que vejo o noticiário. Além das (infelizmente) comuns notícias de desastres e violência, outro tipo de notícia vem se destacando nas mídias. É o ataque ao Cristianismo e a tudo que orbita ao seu redor.

Vejamos dois casos peculiares. Entre os dias 24 e 29 de janeiro do corrente ano, Porto Alegre sediou o FST - Fórum Social Temático, evento que é preparatório para a Cúpula dos Povos na Rio+20, e que nesta edição se organizou para discussão sobre a crise capitalista e justiça social e ambiental. A pauta do encontro tinha a forte cor vermelha do marxismo, evidente pela presença tanto de palestrantes quanto de ouvintes afinados com o discurso socialista/comunista, incluindo aí neste rol o ex-terrorista italiano Cesare Battisti e o seu ‘padrinho’, o governador gaúcho Tarso Genro (que enquanto Ministro da Justiça concedeu refúgio a este conhecido bandido aqui nas terras brasilienses) e a presidente Dilma Rousseff, que deveria estar participando do Fórum Econômico Mundial, em Davos, mas preferiu vir ao FST fazer política miúda com seus companheiros ideológicos.

Eis que o ministro-chefe da Secretaria da Presidência da República, Gilberto Carvalho, numa das palestras do Fórum, declarou em alto e bom som que o governo deveria investir em ‘comunicação de massa’ para a classe emergente da sociedade (classes C e D), não permitindo que estes fiquem ‘à mercê dos meios de comunicação do país’. A ideia é disputar ideologicamente com os líderes evangélicos o domínio da nova classe média do Brasil. Para Gilberto, isto seria ‘radicalizar a democracia’ e uma forma aceitável do ‘Estado poder ter uma vertente autoritária’.

Temos vários problemas neste discurso, inclusive de ordem preconceituosa. Primeiro, o ministro entende que o povo pobre é manipulado pelos líderes evangélicos que estão nos meios de comunicação. Isto é de uma ignorância ímpar, é claro, e também um óbvio preconceito contra os evangélicos. Sendo, portanto, um povo maleável, o ministro pretende que o governo entre no jogo, como uma voz forte - autoritária, segundo Gilberto - para ‘guiar’ este povo - entendido por ele como estúpido - para a ideologia pregada pela sua cartilha partidária, o que configura o segundo ponto problemático nas declarações. Tal postura deve-se à resistência dos setores cristãos da sociedade às mudanças propostas pelo Governo Federal em assuntos como a chamada ‘Lei da Homofobia’ (a PL 122 é uma aberração constitucionalmente falando), a recusa do material pedagógico produzido pelo MEC para combater a homofobia nas escolas (que continha propaganda homossexual e incorreções de vários matizes - o tal ‘kit gay’), aos entraves na aprovação da ‘Lei da palmada’ e na descriminalização das drogas e do aborto. Em terceiro lugar, o significado da expressão ‘radicalizar a democracia’, no contexto, é implantar uma forma própria de governo autocrático, com controle de mídia e da população, e chamar isto de governo do povo.

O segundo caso que trago é a nomeação da ministra da Secretaria de Política para Mulheres, Eleonora Menicucci. Antes mesmo de tomar posse no cargo, deu declarações à imprensa afirmando que vai lutar pela descriminalização do aborto. No entendimento da ministra, isto é caso de saúde pública. Nada novo debaixo do céu. Mas ao contrário daquilo que disse nossa presidente, em plena campanha eleitoral, Eleonora não só é a favor do aborto, como ela mesma fez dois. Um, inclusive, por ordem e orientação do POC (Partido Operário Comunista) ao qual era filiada na época. Eleonora achou também que estava fazendo pouco por esta ‘nobre’ causa e resolveu fazer um curso na Colômbia para aprender como se faz aborto por sucção e também para ensinar as mulheres a fazerem o procedimento em si mesmas. Ela treinou a prática lá, quando isto ainda era crime naquele país.


Ora, vejamos! Que mulher exemplar a nossa presidente escolheu para um cargo tão importante!


Ah, elas foram colegas de prisão - Dilma e Eleonora. Presas porque ‘cometiam ilícitos’ para financiar os movimentos comunistas que - pasmem - hoje chamam de ‘lutar pela democracia’. O mesmo tipo de democracia desejado por Gilberto Carvalho.

Este é o perigo, irmãos em Cristo, que o Brasil corre. Não devemos deixar de participar da vida política e pública do nosso país. Nossos governantes entendem que é a moral cristã de uma parcela significativa da sociedade que impede que projetos malignos que visam destruir a família e vidas humanas sejam aprovados. O propósito deles, portanto, é acabar com esta rejeição, sejam quais forem os métodos. O nosso propósito, como cristãos, é orar pelas autoridades (1Tm 2.1-2) e não deixar de agir utilizando os meios lícitos de que dispomos.


Que Deus te abençoe!





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